Quando
trabalhamos em escola, seja como professora, coordenadora, ou assistente, pais
e comunidade esperam que sejamos fiéis a Educação, esperam que possamos nos
comunicar de forma clara e objetiva, permitindo o melhor entendimento e melhor
relação entre todos. Surge então alguns
momentos que nossa comunicação se dará por intermédio de relatórios escritos ou
mesmo bilhetes aos pais e responsáveis e neste momento devemos nos atentar em
como escrevemos e o que escrevemos. A relação que teremos com pais e outros
profissionais será fundamental para segurança que estes empregaram na Escola e
em nossas mãos, assim faz-se necessário atentarmos a erros de português, seja
na grafia das palavras ou mesmo na coesão e coerência daquilo que
escrevemos!!!!
Diante a necessidade
de enviarmos uma carta a uma psicopedagoga para solicitar acompanhamento de uma
criança com dificuldade em sua alfabetização, será importante elencarmos alguns
conceitos teóricos que a mesma poderá compreender exemplo:
“Sra. Madalena, encaminho as atividades para observação do aluno Pedro, devido sua
dificuldade apresentada durante seu processo de alfabetização. O mesmo já com sete
anos apresenta algumas dificuldades na leitura e escrita, não reconhece seu
nome, apesar de estímulos e atividades diárias como chamada, alfabeto móvel,
entre outras. Considerando os estudos de Emília Ferreiro, a psicogênese da
língua escrita, notamos que a criança faz uso de garatujas mesmo para escrita
de seu nome. Pedro é uma criança bastante agitada, demonstra dificuldade em
manter sua atenção durante as aulas teóricas e mesmo às práticas, como durante atividades lúdicas que exijam
raciocínio e um tempo maior para finalizá-la.
Aguardo suas orientações para
melhor realizar meus planejamentos e adequá-los as reais necessidades do aluno.
Atenciosamente, Professora Suzana”
A mesma informação deverá ser
enviada a mãe, porém será a difícil, a mesma, entender alguns conceitos como garatujas, e porque com isso observamos
a dificuldade em sua alfabetização, nós professores temos algumas informações
teóricas que os pais não compreenderão, assim devemos nos preocupar em como
informar os pais de forma clara e objetiva, porém lembrando que os mesmos não
conhecem alguns termos pedagógicos, exemplo:
“Srs. Pais, informamos que encaminhamos as atividades de seu filho João
para nossa Psicopedagoga, está nos auxiliará a melhor identificarmos atividades
que ajudem no processo de alfabetização de seu filho, hoje ele encontra algumas
dificuldades em escrever, sua escrita aproxima-se de desenhos diferentes de
letras, sua leitura também está comprometida, por não reconhecer as letras. Considerando a necessidade de melhor auxiliar
o aluno, aguardamos o acompanhamento da família neste novo processo.
Atenciosamente, Prô Suzana.”
Estes são
apenas alguns exemplos de situações corriqueiras ao nosso dia-a-dia escolar,
mas teem o objetivo de chamar atenção a nossa necessidade em cuidados com o que
escrevemos e a forma como nos comunicamos seja verbalmente, ou em formas de
registros escritos, estes deverão ser claros para que a comunicação seja
efetiva, desvinculando qualquer falha que possa prejudicar nosso trabalho
diante nossos alunos, ou mesmo criando situações constrangedoras entre nó e as
famílias ou outros profissionais.
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