terça-feira, 20 de março de 2012

Comunicação... fica a dica!!!



Quando trabalhamos em escola, seja como professora, coordenadora, ou assistente, pais e comunidade esperam que sejamos fiéis a Educação, esperam que possamos nos comunicar de forma clara e objetiva, permitindo o melhor entendimento e melhor relação entre todos.  Surge então alguns momentos que nossa comunicação se dará por intermédio de relatórios escritos ou mesmo bilhetes aos pais e responsáveis e neste momento devemos nos atentar em como escrevemos e o que escrevemos. A relação que teremos com pais e outros profissionais será fundamental para segurança que estes empregaram na Escola e em nossas mãos, assim faz-se necessário atentarmos a erros de português, seja na grafia das palavras ou mesmo na coesão e coerência daquilo que escrevemos!!!!
Diante a necessidade de enviarmos uma carta a uma psicopedagoga para solicitar acompanhamento de uma criança com dificuldade em sua alfabetização, será importante elencarmos alguns conceitos teóricos que a mesma poderá compreender exemplo:

“Sra. Madalena, encaminho as atividades para  observação do aluno Pedro, devido sua dificuldade apresentada durante seu processo de alfabetização. O mesmo já com sete anos apresenta algumas dificuldades na leitura e escrita, não reconhece seu nome, apesar de estímulos e atividades diárias como chamada, alfabeto móvel, entre outras. Considerando os estudos de Emília Ferreiro, a psicogênese da língua escrita, notamos que a criança faz uso de garatujas mesmo para escrita de seu nome. Pedro é uma criança bastante agitada, demonstra dificuldade em manter sua atenção durante as aulas teóricas e mesmo às práticas, como  durante atividades lúdicas que exijam raciocínio e um tempo maior para finalizá-la.
 Aguardo suas orientações para melhor realizar meus planejamentos e adequá-los as reais necessidades do aluno.
Atenciosamente, Professora Suzana”

A mesma informação deverá ser enviada a mãe, porém será a difícil, a mesma, entender alguns conceitos como garatujas, e porque com isso observamos a dificuldade em sua alfabetização, nós professores temos algumas informações teóricas que os pais não compreenderão, assim devemos nos preocupar em como informar os pais de forma clara e objetiva, porém lembrando que os mesmos não conhecem alguns termos pedagógicos, exemplo:
“Srs. Pais, informamos que encaminhamos as atividades de seu filho João para nossa Psicopedagoga, está nos auxiliará a melhor identificarmos atividades que ajudem no processo de alfabetização de seu filho, hoje ele encontra algumas dificuldades em escrever, sua escrita aproxima-se de desenhos diferentes de letras, sua leitura também está comprometida, por não reconhecer as letras.  Considerando a necessidade de melhor auxiliar o aluno, aguardamos o acompanhamento da família neste novo processo.
Atenciosamente, Prô Suzana.”
Estes são apenas alguns exemplos de situações corriqueiras ao nosso dia-a-dia escolar, mas teem o objetivo de chamar atenção a nossa necessidade em cuidados com o que escrevemos e a forma como nos comunicamos seja verbalmente, ou em formas de registros escritos, estes deverão ser claros para que a comunicação seja efetiva, desvinculando qualquer falha que possa prejudicar nosso trabalho diante nossos alunos, ou mesmo criando situações constrangedoras entre nó e as famílias ou outros profissionais.

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