quarta-feira, 28 de março de 2012

A escola de boa qualidade

A boa qualidade na educação é o que buscamos diariamente, pais, alunos, professores e todos que estejam engajados para o desenvolvimento humano.
Garantir a educação é um dever do estado, mas nem sempre ela é "boa". Para termos bons resultados na escola precisamos pensar em crianças como cidadãos do presente e do futuro, e que os valores que "ensinamos" são tão importantes como qualquer matéria, letra, número ou espaço físico dentro da escola.
Respeito ao próximo, valores humanos, sutentabilidade, o diálogo para resolução de conflitos devem estar inseridos no cotidiano das crianças, pois é nesta fase da educação básica que ela vão formando seus valores e quanto mais estimuladas à pratica do bem, melhores cidadãos serão inseridos na sociedade.
A idéia da "boa educação" não deve acontecer somente nas escolas privadas onde os pais possam "pagar" para terem uma educação de exelencia onde esses valores sejam aplicados, essa educação que almejamos para ser realmente boa ela tem que ser para todos, essa já é uma primícia do que é a boa educação, não excluir de nenhuma forma, seja ela financeira ou devido alguma limitação onde é importante também trabalhar a inclusão.
Em prol da boa educação devemos respeitar o educando e educador e desenvolver uma prática educativa de qualidade onde cada ser é único e cabe a nós a respeitá -lo.


"Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo."
Paulo Freire

domingo, 25 de março de 2012

Síntese: As mudanças no mundo do trabalho e a educação.

 
                           Acácia Zeneida Kuenzer, disponível em:
     Modificações no mundo do trabalho trazem novos desafios à educação, visto que, a sociedade apresenta novos paradigmas econômicos e socioculturais marcados pela incorporação de culturas denominadas hegemônicas. Nesta nova sociedade parte-se da premissa da necessidade de formar intelectuais/trabahadores, cidadãos/produtores atendendo assim as demandas postas pela globalização e reestruturação produtiva.
     “A pedagogia ôrganica ao taylorismo/fordismo tem por finalidade atender a uma divisão social e técnica do trabalho marcada pela clara definação de fronteiras entre as ações intelectuais e insrumentais (…)”
     E partindo daí temos o princípio que determinou o projeto pedagógico que deu origem a tendências pedagógicas conservadoras que variam no privilégio entre a racionalidade formal e técnica. Sem estabelecer relação entre o aluno e o conhecimento que integrasse conteúdo método.
     Pedimos aqui licença à autora e utilizaremos a expressão “educação mecanizada” em busca de produtividade e técnica. E a escola, por sua vez, desempenha o papel do “treinador” dos processos de escalas sociais e modos de produção.
     Assim sendo, a seleção e organização dos conteúdos sempre foi rígida em sua concepção da ciência que esta fundamentada na analogia formal, onde cada objeto do conhecimento origina uma especialidade que desenvolve sua própria epistemologia e se automatiza, quer das demais especialidades, quer das relações sociais produtivas concretas.
     Tendenciosamente, os conteúdos são repetitivos e desconectos às evoluções. Resumem-se, por vezes, na cópia e resolução de questionários, tendo assim o aluno, o contato com o conhecimento fragmentado.
     Contudo, novas palavras de ordem definem e mudam radicalmente o eixo de formação de trabalhadores: qualidade e competitividade.
     Ao passo que a qualificação profissional passa a repousar sobre o conhecimento e habilidades cognitivas e comportamentais; é preciso outro tipo de pedagogia , cuja o objetivo é a capacidade para lidar com a incerteza, substituindo a rigidez atendendo a dinâmicas que diversifiquem qualidade de quantidade.
     Com relação a nova pedagogia de trabalho, empenham-se no a desenvolve-lá no âmbito das mudanças sociais e produtivas determinadas pelas mudanças no mundo.
     Já conteúdos, segundo o texto, devem abranger conhecimentos específicos tecnológicos específicos, bem como de habilidades psicofísicas e modos operacionais.
     Com as ofertas de empregos formais cada vez mais restritas, a escola continua a desempenhar uma função de pré-seleção.
     Integrada aos conteúdos e metodologias, temos, as  formas metodológicas que visam por:
- Introduzir procedimentos metodológicos que superem a memorização;
-Construir novas formas de articulação entre teoria e prática que supram o formalismo;
-Utilizar práticas pedagógicas fundamentais da absorção passiva que deverão ser substituídas pela relação ativa e intensa entre o educando e o conhecimento.
-Focar o desenvolvimento do processo pedagógico, o conhecimento e as concepções que o aluno/trabalhador acumula.
     Todas essas mudanças necessitam de espaços a atores educativos para que possam, todos os participantes do processo, desenvolverem seus papeis atuantes.
     Assim como a ciência vai para o piso da fábrica, aproximando-se do trabalhador pela mediação do engenheiro, que deixa de gerenciar pessoas para gerenciar processos, a escola deverá propiciar a apropriação do conhecimento por meio da articulação com foco na produção: o mundo das relações sociais produtivas.
     Articulação é a nova função do professor. Os educadores precisam ser educados a partis das novas circunstâncias, para que possam desempenhar sua função no processo de construção da nova sociedade.
     Temos, portanto, novas formas de controle, que objetiva a criação de condições necessárias ao desenvolvimento de uma nova subjetividade, que viabilizar a internalização do processo de controle, o estabelecimento do controle Inter-pares e a apropriação dos conhecimentos necessários para que esta participação se realize.
     Assim sendo, o texto estabelece relação entre as mudanças no mundo do trabalho e a função escolar onde a primeira contradição é o grande investimento na educação básica e educação científico-tecnológica, compreendida como condições necessárias para a cidadania e para o desenvolvimento dos projetos nacionais. Estas políticas são orgânicas a um mercado de trabalho cada vez mais restrito, obedecendo, portanto, a lógica capitalista da racionalidade financeira.
     Permanecemos com: “desejo reconhecidamente ingênuo, tendo como objetivo a escola que comprometida  com os trabalhadores e os excluídos, para além das políticas educacionais restritivas, pudesse tomar como referencia as positividades presentes nas mudanças que ocorrem no mundo do trabalho para construir um novo projeto pedagógico, o qual, rompendo com a lógica da racionalidade financeira, formasse os cidadãos de novo tipo, intelectual, técnica e eticamente desenvolvidos e
politicamente comprometidos com a construção da nova sociedade”.

terça-feira, 20 de março de 2012

Comunicação... fica a dica!!!



Quando trabalhamos em escola, seja como professora, coordenadora, ou assistente, pais e comunidade esperam que sejamos fiéis a Educação, esperam que possamos nos comunicar de forma clara e objetiva, permitindo o melhor entendimento e melhor relação entre todos.  Surge então alguns momentos que nossa comunicação se dará por intermédio de relatórios escritos ou mesmo bilhetes aos pais e responsáveis e neste momento devemos nos atentar em como escrevemos e o que escrevemos. A relação que teremos com pais e outros profissionais será fundamental para segurança que estes empregaram na Escola e em nossas mãos, assim faz-se necessário atentarmos a erros de português, seja na grafia das palavras ou mesmo na coesão e coerência daquilo que escrevemos!!!!
Diante a necessidade de enviarmos uma carta a uma psicopedagoga para solicitar acompanhamento de uma criança com dificuldade em sua alfabetização, será importante elencarmos alguns conceitos teóricos que a mesma poderá compreender exemplo:

“Sra. Madalena, encaminho as atividades para  observação do aluno Pedro, devido sua dificuldade apresentada durante seu processo de alfabetização. O mesmo já com sete anos apresenta algumas dificuldades na leitura e escrita, não reconhece seu nome, apesar de estímulos e atividades diárias como chamada, alfabeto móvel, entre outras. Considerando os estudos de Emília Ferreiro, a psicogênese da língua escrita, notamos que a criança faz uso de garatujas mesmo para escrita de seu nome. Pedro é uma criança bastante agitada, demonstra dificuldade em manter sua atenção durante as aulas teóricas e mesmo às práticas, como  durante atividades lúdicas que exijam raciocínio e um tempo maior para finalizá-la.
 Aguardo suas orientações para melhor realizar meus planejamentos e adequá-los as reais necessidades do aluno.
Atenciosamente, Professora Suzana”

A mesma informação deverá ser enviada a mãe, porém será a difícil, a mesma, entender alguns conceitos como garatujas, e porque com isso observamos a dificuldade em sua alfabetização, nós professores temos algumas informações teóricas que os pais não compreenderão, assim devemos nos preocupar em como informar os pais de forma clara e objetiva, porém lembrando que os mesmos não conhecem alguns termos pedagógicos, exemplo:
“Srs. Pais, informamos que encaminhamos as atividades de seu filho João para nossa Psicopedagoga, está nos auxiliará a melhor identificarmos atividades que ajudem no processo de alfabetização de seu filho, hoje ele encontra algumas dificuldades em escrever, sua escrita aproxima-se de desenhos diferentes de letras, sua leitura também está comprometida, por não reconhecer as letras.  Considerando a necessidade de melhor auxiliar o aluno, aguardamos o acompanhamento da família neste novo processo.
Atenciosamente, Prô Suzana.”
Estes são apenas alguns exemplos de situações corriqueiras ao nosso dia-a-dia escolar, mas teem o objetivo de chamar atenção a nossa necessidade em cuidados com o que escrevemos e a forma como nos comunicamos seja verbalmente, ou em formas de registros escritos, estes deverão ser claros para que a comunicação seja efetiva, desvinculando qualquer falha que possa prejudicar nosso trabalho diante nossos alunos, ou mesmo criando situações constrangedoras entre nó e as famílias ou outros profissionais.

quinta-feira, 15 de março de 2012

BB que lê: “diário da Luíza I”

 

     “ Inicialmente quero agradecer, em nome de todas as colaboradoras deste blog, à Camila Marques, mãe de Luíza; quem nos permitiu publicar as fotos que ilustrarão este e muitos outros textos: obrigada Mamãe Coruja!”

 

     É comum certa frustração no início do trabalho com crianças de 06 a 18 meses, contudo, sendo capaz de verificar as mais diversas e variadas estratégias de estudo, traçando objetivos e aproveitando a observação para elaborar atividades que venham ao encontro do que se espera desenvolver em seus alunos, o trabalho é árduo, mas muito gratificante.

     E neste texto comentaremos ilustrações da evolução de uma aluna que demorou para adaptar-se à rotina da creche, contudo, depois de muito choro “ da mãe, da filha e da avó”, hoje é possível observar mudanças no comportamento que demonstram quanto importante foi a insistência das partes neste processo longo, difícil e extremamente necessário.

                             

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    Esta foto registra um dos primeiros sorrisos de Luíza na creche. (2011)

     Passado aproximadamente uma ano, veremos o resultado da experiência “BB que lê” , (texto disponível neste blog).

     Pautando-me no fato de que propiciar momentos de contato com livros adequados à faixa etária: livros de banho, emborrachados, de tecido, ou seja, resistentes ao contato; às mordidas e falta de jeito que os pequenos têm neste primeiro contato com o mundo escrito. É imprescindível na construção do hábito da leitura.

     Para Fraulein, em http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/fraldas-livros-423723.shtml :

     “ Manuseando livros eles são capazes de identificar a existência da grafia e passam a estabelecer uma relação direta com a linguagem escrita”.

     E há quem diga que em creche os problemas a que devemos nos preocupar estão relacionados à materiais que foram trocados na mochila, à falta de canecas ou mamadeiras, à textura e aparência das fezes, assim como o relatório da quantidade de colheradas ingeridas por dia.

     Como lidamos com crianças pequenas e muitas não falam, não podemos realmente deixar que arrumem seus pertences sozinhos, tão pouco ignorar o fato de que estão com desconforto intestinal, falta de apetite ou choro constante. O que temos bem claro e àqueles que participam indiretamente da organização e coordenação do cotidiano escolar também devem ter é que: PROFESSORA É PROFESSORA SEJA  QUAL FOR A FAIXA ETÁRIA DE SEUS ALUNOS E O QUE MUDA SÃO OS DESAFIOS, NÃO A RESPONSABILIDADE DO ATO.

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                                       Luíza hoje… depois de muito choro…(17/05/2012)

 

     Considero creche local para gente grande, gente que pensa grande, que ultrapassou o passado em que alunos eram alunos apenas por estarem enfileirados, rigorosamente uniformizados, calados… Caminhos suave nas mãos, boca fechada e lápis bem apontado!!!

      O professor que lida com crianças de 0 a 03 anos (idade de creche) precisa acima de tudo estar bem informado e interagir com seu aluno, adaptar-se também ao mundo da criança que por muitas vezes nos desafia. O desafio da creche amendronta a muitos e por isso dizem: “Creche? Credo!!!! Estudei demais para trocar fraldas… Não me vejo no meio daquelas crianças… O que farei com elas? Qual será a pauta de meus relatórios? Canequinhas? Mordidas? “

     Tenho o prazer em responder:

     SE EM NOSSA LEGISLAÇÃO A EDUCAÇÃO INFANTIL COMPREENDE AS IDADES DE 0 A 5 ANOS, SAIA DE SUA ZONA DE CONFORTO, DEIXE DE DAR ORDENS À SEUS ALUNOS E APRENDA A SER PROFESSORA, A REPENSAR SUA PRÁTICA!

     Por Freire:

     “O processo de ensinar, que implica o de educar e vice-versa, envolve “a paixão de conhecer” que nos insere numa busca prazerosa, ainda que nada fácil. Por isso é que uma das razões da necessidade da ousadia de quem se quer fazer professora, educadora, é a disposição pela briga justa, lúcida, em defesa de seus direitos como no sentido da criação de conceições para a alegria na escola(…)”

                                                     

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                          Luíza adora manusear os livros é visível em seu sorriso que esta é uma atividade prazerosa!!!

 

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                             Senta-se e ajeita-se para começar a leitura…

 

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                       É importante a apresentação de livros que além de material resistente, permitam e proporcionem interação. Afinal de contas a leitura visual e sonora é importante, visto que ainda não estão alfabetizados.

 

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       Interage imitando sons dos animais, aponta partes do corpo, explora cada uma das páginas saboreando a “leitura”.

 

     Este momento é prazeroso não apenas à aluna, mas também e imensamente à professora, visto que a aproximação pode acontecer. Logo, estando no colo, desenvolve a atividade, é acolhida e aconchegada.

     Infelizmente são 15 alunos e 3 professoras. Apesar de diversas vezes desejarmos vários braços como os “polvos” para abraçar e acarinhar a todos é humanamente impossível, desta forma, a roda da leitura facilita a aproximação de todos e o jeito é revezar o “colinho”.

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                    Luíza ainda chora… mas nada que um “chameguinho” não resolva!

quarta-feira, 14 de março de 2012

As práticas do estágio

Acreditamos que o estágio é importante para nossa interação com outros profissionais, conhecendo práticas diversificadas, porém a realização do estágio muitas vezes torna-se difícil pela questão do tempo, pois muitos estudantes trabalham e não conseguem realizá-lo, porém este momento de estágio é fundamental para nosso contato com a prática educativa, necessário para fazermos melhor relação com a teoria aprendida em sala de aula. Esperamos assim que este momento de estágio contribua para nossa formação e diversificação também em nossa prática!

O QUE ACONTECE COM A NOSSA EDUCAÇÃO?


Diante uma folha em branco o escritor reflete sobre como expressar-se, expressar-se em forma de arte, expressar o que sente ou o que finge sentir como diria Fernando Pessoa, mas será que na vida também é assim, será que sabemos nos expressar da forma exata de como nos sentimos assim como quando  crianças?  Será que fomos educados para isso? Ou apenas fingimos?
Nossa educação há muito tempo procura novidades em teorias pedagógicas, e aí surgiram inúmeras pedagogias de boteco, além de uma grande atração por novas tecnologias e ferramentas que possam garantir uma “boa” educação, educação essa “ligada” em novidades das redes sociais, uma “educação interada”... Mas será essa “boa” educação uma educação de qualidade?
Infelizmente encontramos adultos que já não sabem expressar-se, o medo de mostrar seu sentimento é tanto que acabam afastando grandes oportunidades, e às vezes é apenas uma questão de insegurança... Será que fomos educados para sermos seguros? Por que quando criança somos os “Reis da Rua” em nossas brincadeiras, mas quando crescemos perdemos tudo isso?
A vida e apenas ela será responsável por responder as questões acima, porém será que fomos educados para a vida?
Estes questionamentos teem como objetivo nos fazer refletir quanto ao nosso papel na sociedade, como educadores ou mesmo apenas interessados na educação, no desenvolvimento de nossos filhos, sobrinhos, amigos... Alguém uma vez me disse que “não devemos pensar no mundo que deixaremos para nossas crianças, mas nas crianças que deixaremos para o mundo”. Crianças essas que estão na escola, sob nossa responsabilidade, que estão apenas a nos observar nas ruas, nas lanchonetes, no trânsito, nos transportes públicos ou em consultórios médicos, ou seja, a todo instante qualquer um que esteja lendo este texto fará o papel de educador, aquele que educa inconsciente, mas também educa, e lembre-se apenas um gesto basta para uma criança em “formação”, apenas um gesto ou a falta dele basta, para qualquer um!
Não fomos educados a nos expressar, por isso tantas brigas familiares, bullying, discussões no trânsito... Fomos educados a sobreviver e em um mundo que “finge ser capitalista”, assim como o poeta "finge sua dor", a lei da sobrevivência nos ensinou a ganhar no grito, na briga... No tapa... não é assim que dizemos aos filhos “vou te dar uns tapas para aprender!”.
Sejamos reflexivos...
Podem me chamar de exagerada, mas sim, é necessário hoje aprendermos a educar nossas crianças para a vida, pois é necessário que elas sejam diferentes, que saibam sentir, que saibam brincar, que saibam e possam expressar-se mesmo quando crescerem para que sejam adultos diferentes de nós, que sejam mais seguros, que não percam oportunidades... Que não se percam no meio da multidão!
Sejamos então múltiplos... Passaremos a pensar antes de agir, aprenderemos a nos expressar assim como quando crianças, aprenderemos também com as crianças e só então não perderemos nossa essência, só assim não perderemos nossa vida esperando uma melhor oportunidade para falar “eu te amo", "eu não quero”... só assim não nos perderemos diante nossos medos e só assim não perderemos nossas crianças.
Veronica Luzia.

Brincar é coisa séria!




        Toda criança tem sua etapa de desenvolvimento físico, cognitivo, social e emocional. O brincar é tão fundamental para esse desenvolvimento quanto outras necessidades consideradas essenciais.
        As etapas estão presentes nas brincadeiras também, a criança começa brincando sozinha, manipulando objetos e posteriormente passa a procurar companhia.
        No brincar eles desenvolvem coordenação motora, o raciocínio lógico, adquire confiança, aprimora seus conhecimentos, passam a ter relações sociais entre outros. Portanto é fundamental incluir "as brincadeiras" na didática de cada professor. Tanto brincadeiras dirigidas quanto as "livres" tem seu papel de importância no desenvolvimento infantil.
       O professor diante de tamanha responsabilidade sobre "o brincar" não pode simplesmente "cuidar" das crianças no ensino infantil, o tempo que essas crianças passam na escola/ creche, não é apenas para cuidados básicos, como troca de fraldas, alimentação e banho é de integração, aprendizado, desenvolvimento, entre outros, além dos cuidados.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Está na hora de quê?

 

Rotina em Educação Infantil

 

      Muitas professoras ainda sofrem para adequar seus alunos à rotina “tão clamadas por alguns” e “tão odiadas por outros”.

      Afinal, por que é tão necesssário que tenhamos uma rotina?

      Se partimos do pressuposto de que a rotina está ligada à organização do tempo e espaço, interferindo diretamente no planejamento; montamos uma gama de respostas que nos levam a repensar em nosso cotidiano escolar. Nesse caso, especificamente, no cotidiano das creches onde crianças de 0 a 3 anos permanecem em média 10 horas por dia, de segunda a sexta-feira, num total de 50 horas semanais.

      E por mais que pareça estranho, ou inviável, alguns professores insistem em “ (planejar) a rotina no momento em que entram em sala de aula”  tendo como resposta: “ o aluno está se adaptando ao ambiente e a novas pessoas a sua volta, tenho uma rotina flexivel”.

      O aluno fará o que quiser? No momento em que bem entender?

      A rotina DEVE ser flexivel, porém, sistematiza, pensanda sobretudo nas ações que FORAM previamente planejadas, embasadas no planejamento e de acordo com os objetivos a serem atingidos, tanto pelo professor como pelo aluno, pois quando penso no ato de ministrar aula devo entender que tanto aluno como professor são atuantes no processo, desta forma o professor tem objetivos estabelecidos a atingir tanto quanto o aluno. Como exemplo podemos destacar o momento da refeição: o professor pode estabelecer como um dos objetivos a organização do ambiente e do tempo e propor ao aluno que tenha contato com alimentos variados explorando o paladar, olfato, assim como coordenação ao manusear talheres, entre outros.

      De acordo com Tognetta, em: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/como-aproveitar-bem-tempo-creche-planejamento-rotina-educacao-infantil-bebes-criancas-535435.shtml 

      “Pensar numa rotina eficiente para bebês e crianças pequenas, exige, é claro, coordenar a intenção de cuidar ao ato de educar. Nessa fase, as necessidades biológicas, como sono, alimentação e higiene, são tão importantes quanto as afetivas, motoras, cognitivas e sociomorais”. 

      Entendo que distribuir brinquedos ou estabelecer “hora do soninho” três vezes ao dia, por exemplo, não sejam sinônimos de rotina flexível.

      Mesmo bebês necessitam de sequência de atividades para estabelecerem ordem aos acontecimentos. E essas além de educativas devem ser sistematizadas de forma organizada, pois eles se acostumam com a sequência de acontecimentos e conseguem prever o que virá depois. Isso também permite que conheçam seus limites e entendam qua as coisas nem sempre podem ser realizadas na hora e do jeito que eles desejam.

      Considerando que em diversas situações de adaptação o choro é constante; acalentar no colo e estabelecer situações que propiciem aos pequenos segurança e conforto são estratégias que devem ser utilizadas, contudo, dentro de um planejamento visando a adaptação à  rotina onde todas as ações são planejadas e objetivadas.

      Como enfatiza o documento Parâmetros de Qualidade para Educação Infantil (MEC, 2006), grifo meu:

      “ Crianças expostas a uma gama de possibilidades interativas têm seu universo pessoal de significados ampliados, desde que se encontrem em contextos coletivos de boa qualidade. Essa afirmativa é considerada válida para todas as crianças, independente de sua origem social, pertinência étnico/racial, ou credo; desde que nascem”.

terça-feira, 6 de março de 2012

Facebook, pode? Quando – Uma leitura informal…

 

     Hoje me vi, por certa situação, obrigada, ou melhor, provocada a pensar: “ facebook pode”? Quando?

     Sempre me coloquei contra facebook, oukut, blog …  Não entendia porque as pessoas passavam tanto tempo em frente ao computador.

     “MSN”: tudo bem! Afinal é mais barato que pagar ligações interurbanas, ou para celulares e se nos possibilita falar com várias pessoas ao mesmo tempo, economizamos tempo e dinheiro.

     Até que um certo dia a mim foi apresentado:

     - Prazer, facebook!

     Para que serve?

     - Muitas coisas !!!

     Quais?

     - Além de conversar com seus amigos como no MSN, você pode ver e postar fotos, ler notícias, receber links variados ( cômicos, tristes, educacionais, verídicos, polêmicos, sem nenhuma importância… ).

     Hummmmmm… Ok! Quero um!

     Tenho um! E você?

     Mas afinal, para que serve o SEU facebook? Em quais momentos VOCÊ o utiliza? Por quê?

     Para que serve a SUA internet? Em quais momentos VOCÊ a utiliza? Por quê?

     E jornal? Lê?

     Leio jornal virtual. Geralmente, as notícias que meus amigos compartilham no “face”. Utilizo o link para pazer a leitura, passo os olhos nas manchetes e compartilho as que me chamam atenção. E assim meus amigos também são informados pelas coisas que me interessam.

      Porém, não é só informações importantes que encontramos no “face”. Certo? E nos jornais impressos? Existem apenas bons texto sobre assuntos interessantíssimos (que não podemos deixar de saber)?

     Qual a reação de um pai que chega na escola de seu filho e vê sobre a mesa do professor um jornal (impresso)?

     Me arrisco a dizer que se esse pai tiver um pouquinho de consciência ficará feliz em saber que seu filho passa parte de seu dia meio a um adulto culto, informado e preocupado em atualizar-se.

     E se esse mesmo pai encontrar um computador conectado ao facebook?

     Não preciso pensar muito para entender que certamente a reação não será “tão positiva” quanto na situação anterior.

     Contudo, o facebook, que já serviu como tema em concurso público (http://noticiasr7.com/vestubular-e-concursos/noticias/concurso-publico-faz-pergunta-sobre-luiza-do-canada-20120201.html ), pode servir como jornal interativo; ou ainda, como motivação para pesquisa e produção de texto.

     Sim! Por que, não?

     Entendo que assim como o professor orienta ao pai que não deixe seu filho passar muito tempo jogando videogame, assistindo tv ou “conectado a internet”; deve questionar também:” facebook para que? quando?”

     Facebook vicia!

     Videogame vicia!

     Blog vicia!

     Internet vicia!

     Pesquisa vicia!!!

     Leitura vicia… que bom!!!!!

    Já me vi por vezes irritada com o celular por não conseguir conectar. Assim como por vezes, vi coisas interessantes que gostaria de compartilhar com meus amigos e até procurei notícias que fossem interessantes para que compartilhassem e comentassem.

     Considero importante esse contato com inovações tecnológicas e acredito que temos grandes aliados para que sejamos profissionais conectados com a realidade, pesquisadores natos… Afinal: somos múltiplos , ou deveríamos ser?

     O que falta algumas vezes é um link: www.bomsenso.com.br

Moral:

     Peço licença ao amigo e chará, (Freire, 1997), a quem CURTO =)

“Se isso não significa que após pensar, ou enquanto penso eu deva automaticamente escrever, isto significa, porém, que ao pensar guardo em meu corpo consciente e falante, a possibilidade de escrever da mesma forma que, ao escrever, continuo a pensar e a repensar o pensando-se como já pensado.”

domingo, 4 de março de 2012

Isto dá certo

Isto dá certo

Lanche diferente na escola: muffin de cenoura

Lanche diferente na escola: muffin de cenoura

O que tem nessa lancheira? :)

O que tem nessa lancheira? :)

Higiene bucal

 

Dentes cariados!

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Embalagem para dentinhos que cairão:

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Livro: História do Dentinho

 

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Sugestões: higiene

 

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Ratinho escovando os dentes

Banho é bom- Castelo RA TIM BUM

Professor Pachecão, sorrindo e ensinando física!!!

Tirinhas: Turma da Mônica

 

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Tirinhas: Smilinguido

 

 

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